Comunique-se de maneira mais rápida e eficiente

Comunique-se de maneira mais rápida e eficiente

Todos profissionais já conhecem os problemas gerados pela má comunicação. Todos já sabem que vivemos na era da informação e que tê-la certa na hora certa é crucial. Mas infelizmente, na Logística nem tudo ocorre como gostaríamos, como planejamos, como deveria ser. Na maioria das vezes os problemas ocorrem por falta de uma comunicação eficiente, de uma informação correta e confiável. É normal ouvir alguém dizer “tem certeza que o status é este ?” pois ele já está acostumado a desconfiar de um dado e receia tomar decisões erradas.

 

Aliás, a tomada de decisão é baseada puramente em informação, então é lógico que se uma informação estiver errada, a decisão também estará e logo vemos toda a consequência da decisão equivocada. Mas de quem foi o erro ? De quem tomou a decisão ou de quem passou uma informação incorreta ? Como o dia a dia de um gestor de logística é feito de tomada de decisão, este deve estar muito bem amparado para evitar impactos negativos em sua empresa. Caso contrário, pode custar caro para a organização, ou colocar seu emprego em risco. Então este texto tem o objetivo de gerar reflexões, tais como “o quanto posso confiar nas informações que recebo”, “o quanto confio nos processos atuais”, “os sistemas que me apoiam estão me ajudando na tomada de decisão”.

 

A logística é composta por milhares de variáveis que se alternam em importância conforme a operação ou conforme o cliente ou conforme o período ou conforme as vendas, ou seja, não será pleonasmo se dissermos que as variáveis da logística variam conforme a variedade das operações !?!? Apesar de meio estranho, é exatamente assim que a logística se comporta e somente os gestores desta área sabem desta verdade e lidam no dia a dia para colocar tudo isso em ordem.

 

Sabemos que a comunicação em logística não se limita apenas ao transporte. Mas como, normalmente, esta área é terceirizada e há a necessidade de obter informações com seus fornecedores, trata-se de um ponto importantíssimo a ser analisado e sempre melhorado. Então vamos explorá-lo um pouco mais.

 

Ao longo dos anos, um meio de comunicação entre o Embarcador e o Transportador que se tornou padrão foi o EDI (Eletronic Data Interchange – Troca Eletrônica de Dados), sendo o chamado Padrão Proceda o mais utilizado. Contudo, por ser um padrão utilizado há quase 30 anos, ele já sofreu diversas modificações (versionamento) e não suporta mais as diversas operações e atualizações tecnológicas que o processo logístico recebeu. Assim, as empresas que ainda utilizam este modelo, criam subversões que na verdade se criam outros padrões, o que dificulta a manutenção de sistemas e geram a mesma problemática de quando utilizávamos padrões proprietários.

 

Além do desafio de manter diversos padrões, o mercado criou as chamadas VANs (Value Added Network – Redes de Valor Agregado) que têm o objetivo de ligar um Embarcador a um Transportador. Assim, a VAN é contratada (normalmente pelo Embarcador – mas o Transportador também paga) para levar uma informação de um lado para o outro. Apesar de um grande volume de arquivos trafegarem por e-mail, ainda existem diversas empresas que utilizam as VANs por entenderem que são mais seguras ou por já estarem conectadas ao seu ERP. Contudo, mesmo com tanto tráfego de informação, ainda é necessário (quando se usa EDI) a espera de documentos físicos, para junção de notas e/ou complemento de informações e até mesmo para confirmar que tudo que foi enviado no EDI realmente foi enviado fisicamente.

 

Quem executa algumas destas rotinas sabe bem sobre o que estamos falando. Sentem a dor de processar dezenas de dados diariamente para aproveitarem dados. Mas, sempre há a dúvida: será que o trabalho com o EDI vale tanto assim ou seria melhor digitar tudo novamente ? Claro que não concordamos com o retrabalho. Mas também entendemos que o EDI não é mais a forma ideal de comunicação entre o Embarcador e o Transportador (além dos outros atores).

 

Com toda a evolução tecnológica que já tivemos, já é permitido pensar num processo de integração de dados mais inteligente que a simples troca de arquivos textos (sim, o padrão Proceda nada mais é que um arquivo texto com colunas fixas e nomeadas). O próprio Sistema Nacional de Documentos Eletrônicos, através SEFAZ com os projetos NF-e, CT-e, MDF-e, CIOT e tantos outros, estabeleceu novos padrões de dados e de comunicação.

 

Por isso, o Unique propõe um processo totalmente diferente. O Unique propõe que tanto o Embarcador quanto o Transportador trabalhem seus processos logísticos num mesmo local, numa mesma plataforma. Assim não há necessidade de troca de informações, muito menos de digitações e nunca de retrabalho. Uma informação postada por um ator participante do processo é compartilhada e disponibilizada para todos participantes do mesmo processo. Simplesmente assim, ninguém digita ou reprocessa mais nada.

 

Este conceito de “informação única num único lugar” faz com que todo o processo logístico seja revisto. Isso muda a forma como lidamos com informações importantes. E é exatamente isso que o Unique fez, mudou a forma de comunicação entre os atores participantes da logística. Se o usuário A informou o despacho do pedido 123, os usuários B e C e D … acessarão a mesma informação na plataforma (claro, desde que participem daquele processo logístico do pedido 123) sem qualquer nova inserção de dados. Os usuários do Unique há muito tempo não utilizam mais o EDI e já desligaram suas VANs. Estas empresas ganharam velocidade em seus processos, confiabilidade nas informações, garantia de idoneidade e claro ainda economizaram alguns milhares de Reais por não necessitarem mais de intermediários para entregar informações.

 

Isso é bem interessante !!! Venha conhecer mais sobre o Unique.

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